Vestido branco, marcha nupcial e alianças. Essas são algumas das várias tradições que nós, brasileiros, seguimos na hora do casamento. Mas você conhece as tradições seguidas por outras culturas? Você já se imaginou casando com uma bananeira? Veja abaixo essa e outras tradições interessantes, extraordinárias e engraçadas.
BLACKENING
Em regiões rurais da Escócia e Irlanda do Norte, existe a tradição conhecida como blackening. A palavra vem de “black”, que significa “preto” – e é exatamente essa a tradição: sujar de preto. Os noivos são “capturados” por amigos e familiares e cobertos com todo tipo de substâncias (de preferência grudentas). Então, são expostos para toda a comunidade ver.
Geralmente, são colocados na carroceria de uma picape enquanto os amigos e familiares fazem um alvoroço, batendo em panelas e potes. O propósito dessa tradição é que fiquem bastante sujos e o máximo de pessoas veja.
As origens dessa tradição de pré-casamento são incertas, mas estima-se que tenha surgido no início do século XIX, a partir de rituais escoceses mais antigos e ancestrais, como o de lavar pés.
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BANANEIRA
Essa tradição exige uma explicação breve sobre a cultura indiana. É dito que uma pessoa nascida sob a influência de Marte possui “mangala dosha”, ou “defeito de Marte” – e essa pessoa é conhecida como Manglik. Mais especificamente, isso acontece quando Marte está situado na 1ª, 2ª, 4ª, 7ª, 8ª ou 12ª casa do Rashi, ou signo lunar indiano. O casamento entre um Manglik e um não-Manglik, segundo a tradição, é desastroso.
O efeito dessa maldição seria que a esposa Manglik causaria a morte prematura de seu esposo. Para cancelar a maldição e preveni-la de acontecer, a noiva pode se casar com uma árvore (como a bananeira ou a figueira-dos-pagodes), um animal ou objeto inanimado antes do próprio casamento. A maldição então recai sobre esse “noivo” e o casamento verdadeiro pode ter um futuro feliz.
CUSPIR NA NOIVA
Para diversas culturas, incluindo a brasileira, cuspir em outra pessoa tem uma conotação ruim. Mas não para os Maasai. Os Maasai são um grupo nômade que vive no Quênia e norte da Tanzânia, no leste da África. Mesmo representando menos de 1% da população, são o principal interesse turístico da região. Para eles, o cuspe é um sinal de respeito, e o fazem ao se cumprimentar, ao fechar um acordo ou para desejar boa sorte. Antes de cumprimentar uns aos outros, cospem nas próprias mãos.
Nos casamentos Maasai, isso também é comum. No dia do casamento, a noiva tem a cabeça raspada e besuntada com gordura de cordeiro. Então, seu pai a abençoa enchendo a boca de líquido de uma garrafa e cuspindo em sua testa e seios.
FÍGADO DE GALINHA
Para os casais de Daur, grupo étnico de língua mongólica do nordeste da China, a data do casamento só pode ser decidida com uma condição: se o fígado da galinha estiver saudável. Mas que galinha? Alguma que eles têm que escolher, matar com as próprias mãos e dissecar, procurando nas entranhas o órgão. Eles repetem o procedimento até conseguir encontrar um bom fígado – então, e somente então, é que podem decidir a data do casamento.
PROIBIDOS DE USAR O BANHEIRO
Um costume muito comum na tribo Tidong, na cidade de Sandakan, em Sabah, na Malásia, é que, após o casamento, os noivos ficam proibidos de usar o banheiro por três dias inteiros. O casal é sempre vigiado para que cumpram a proibição, e só recebem quantidades mínimas de comida e bebida.
Caso a tradição seja quebrada, acredita-se que isso trará má-sorte para o casamento, com divórcio, infidelidade ou morte precoce dos filhos. Depois dos três dias de verdadeira provação, são banhados e podem voltar à vida normal – e iniciar tranquilos a vida de casados.
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